PALAVRAS DE SEDA

Escrever é um ato solitário, é colocar-se em palavras. Palavras são como folhas de plátano soltas ao vento... em direção aos novos horizontes, voando irreverentes sem cordas para serem puxadas e sem lugar determinado para pousarem... sempre a favor do vento.
Assim é o ato da escrita, deixar fluir palavras que, voando devagar, ao caírem, adubarão terras distantes.

















































































































domingo, 17 de abril de 2011

A MUSA DA BIENAL



 Ontem procurei a Musa da Bienal por todos labirintos literários, em todos os estandes e nos bastidores... não a encontrei...


lembrei-me da Enfermeira da Alma que estava distribuindo pílulas poéticas...

 

e na frase de Gandhi encontrei a imagem, a postura e a eficiência da Mirian Menezes.
A semente foi plantada em terra adubada, estamos em plena germinação literária, o Futuro será árvore grande que acolhe, protege, alimenta e embeleza. Obrigada, Musa da Bienal, por ter ajudado a lançar esta semente.
Sei que desapareceu ontem porque era seu Aniversário. Seja sempre feliz! Você merece toda felicidade do mundo. Parabéns!


Rita Elisa Seda
Cronista, poeta, biógrafa, fotógrafa e pesquisadora.

4 comentários:

Inajá Martins de Almeida disse...

Querida amiga poeta

Quantas pílulas distribuídas; quantos sonhos adormecidos despertos foram. Semana gloriosa que se finda aos risos e aplausos dos que dela fizeram parte, dos que dela participaram mas que já preparam e almejam a próxima.
Mas, também posso perceber que tudo o que é bom dura o suficiente para se eternizar.
Momento gratificante que da memória sempre irá recolher retalhos alinhavados nesses dias, ainda que tenham sido apenas através deste registro virtual.
Um forte abraço desta amiga que tanto lhe quer bem

Rita Elisa Seda disse...

Sim, Inajá, as pílulas tem a magia das palavras e foram bem aceitas pelos jovens e adultos, durante a Bienal. Eu tenho algumas em casa, que me deram alívio na alma.
Também fiz esses dias uma caixinha de primeiro socorro ambiental, ficou legal... te até xarope que tira a rouquidão e faz com que a pessoa que o tome fale durante duas horas sem parar apenas elogios à natureza. Esse xarope eu ia mandar para a nossa amiga Silvinha, que estava rouca, mas achei que ela não ia dar conta de cantar depois disso... só se fosse melodias inerentes ao meio ambiente.
Mandei essa caixinha para a Sala de Leitura que leva meu nome... vamos ver o que vai acontecer!
Beijos, felicidades e a paz!

Inajá Martins de Almeida disse...

Rita querida

Fiquei curiosa por saber que caixinha é essa.
Ontem a tarde, meu marido e eu ao sairmos pelas ruas da cidade, olhávamos para a paisagem exuberante e agradecíamos ao Creador tanta maravilha.
Essa é uma prática constante, inclusive há tempo atrás pude a ela - a natureza - dedicar algumas palavras, as quais percebo serem aceitas por muitas pessoas que a coloca em seus sites.
Assim, pensei e escrevi:

"A vida se reveste de sonho e encantamento, quando o olhar está voltado para a natureza exuberante de Deus!"

Porque, além do mais:

"Não há como deixar de se enriquecer, quando os olhos estão voltados para a natureza de Deus!"

Beijos. Sem ao menos conhecer o conteúdo da caixinha, minha imaginação vôou.

Rita Elisa Seda disse...

Inajá, essa caixinha eu já entreguei para minhas querida amigas da Sala de Leitura Rita Elisa Seda, creio que quando surge uma ideia que vai proporcionar o bem, devemos passá-la para a frente, tanto que na caixa está escrito: Passe o bem adiante!
Qualquer hora eu vou lá para ver se o bem está sendo repartido, pois o bem dividido é alegria multiplicada... essas coisas que a ciência não consegue explicar... só nós poetas! hehehehhe!
Beijos, felicidades e a paz!