PALAVRAS DE SEDA

Escrever é um ato solitário, é colocar-se em palavras. Palavras são como folhas de plátano soltas ao vento... em direção aos novos horizontes, voando irreverentes sem cordas para serem puxadas e sem lugar determinado para pousarem... sempre a favor do vento.
Assim é o ato da escrita, deixar fluir palavras que, voando devagar, ao caírem, adubarão terras distantes.

















































































































domingo, 5 de junho de 2011

PASSOS DE YAYÁ


Através das infantis janelas da alma

a dançarina...

vislumbra novos horizontes,

passeia com sapatilhas rosa e

flutua na paisagem do mundo novo.


Possui magia na ponta dos pés.


Marca o caminho com passos leves

e delicados,

na determinação de quem sabe

atingir a plenitude do encantamento

... invisível para os olhos humanos.



Rita Elisa Seda
Avó, cronista, poeta, biógrafa, fotógrafa e pesquisadora.

8 comentários:

Lu Saharov disse...

Parabéns, Rita, pelo poema, pela neta linda, pelas fotos sensíveis!
A beleza sempre nos inspira.
Saudades, amiga!

Rita Elisa Seda disse...

Querida Ludmila, que prazer encontrá-la aqui no blog. Sou suspeita para falar o quanto a Yasmin é linda! Deixo por conta de vocês amigas. Mande-me notícias suas. Felicidaes e a paz!

Silvinh@ disse...

Lindo Ritelisa!!!
Yayá...com sua ternura de criança, olhar profundo e simplicidade...
Deus se fez criança e quer que nos façamos para estar no seu Reino eterno...Yayá, com certeza, é para nós exemplo de simplicidade, é presença de Deus em nosso meio.
Yayá, com seu jeito todo especial, encantador,com sua delicadeza, nos faz lembrar que ser criança, nos levará ao Reino dos Céus...
“As grandes audácias são sempre das crianças. Elas nos surpreendem com as suas perguntas, com as suas respostas e com as suas ações. O próprio Senhor vai nos dizer que, para entrarmos no Reino dos Céus, precisamos ser como as crianças.
Sendo crianças, não tereis mágoas; as crianças esquecem depressa os desgostos para voltarem aos seus divertimentos habituais. Por isso, com esse abandono, não tereis que vos preocupar, pois descansareis no Pai.
São muitas pessoas que vivem constantemente estressadas, porque perderam a simplicidade das crianças. Não queiras ser grande. Criança, criança sempre, ainda que morras de velho.
Quando uma criança tropeça e cai, ninguém estranha; seu pai se apressa a levantá-la. A nossa experiência cotidiana está cheia de tropeços e quedas. Que será de nós se não formos cada vez mais crianças. Não queiramos ser grandes, mas meninos, para que, quando tropeçarmos, a mão de Deus nosso Pai nos levante”

Peçamos a Jesus, a graça de termos um coração de criança, com certeza, um coração como da Yayá...Puro, simples...
QUE YAYÁ CRESÇA CADA DIA MAIS FELIZ, SAUDÁVEL, CHEIA DE VIDA, DE GRAÇA DE DEUS...

Beijos, forte e carinhoso abraço...

Silvinha

norália disse...

Rita, que linda poesia, tão linda quanto "esta menina tão pequenina quer ser bailarina". As fotos (são suas, acredito) maravilhosas... Mas, amiga, não gostei do Yayá, não gostei: Yasmim é um nome tão lindo, porque um apelido feio? Que peninha... Ah... a mania dos apelidos...Será que é o pecado capital da preguiça sendo colocado em prática?

Abraços,

Norália

Rita Elisa Seda disse...

Silvinha, querida amiga, realmente precisamos acompanhar os 'tropeços e acertos' das crianças. Afinal é assim que moldamos o futuro. Felicidades e a paz!

Rita Elisa Seda disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rita Elisa Seda disse...

Norália, querida amiga, um apelido é a mais genuína forma de intimidade, de amor e de carinho. Coloquei aqui no blog o apelido da Yasmin porque os amigos lêem minhas postagens e compartilho com eles esse amor pela minha neta. Se você leu o Raízes de Aninha, viu que mãe Yayá foi quem norteou a vida de Aninha através da ‘contação de estórias’. Assim é a vida, ela nos prega peças belíssimas, eu amo contar estórias para minha neta Yayá.
Sei que apelidos não é uma questão de preguiça, mas, sim, de amor, de cumplicidade. O meu filho mais velho tem um nome pequeno de apenas três letras e o apelido dele tem sete letras, dessa forma eu lhe garanto que não é por preguiça. Quem não tem apelido não sabe o que está perdendo. Aliás, estou escrevendo um livro a este respeito. Minha crônica deste mês no jornal Visão Vale foi sobre a origem dos ‘nomes próprios’ e seus apelidos, uma pesquisa que faço há mais de cinco anos. Beijos, felicidades e a paz!

Silvinh@ disse...

Norália, acredito que um apelido, quando vem de pessoas que nos são especiais, é muiiiiiiiiiiiito bom!!!! Muito gostoso!!!
É uma forma carinhosa, íntima de nos tratarmos...É TUDO DE BOM!!!
Descarto a hipótese de ser o "pecado capital da preguiça"...
E, confesso: YAYÁ COMBINA COM YASMIN!!!
ESSA DOCE CRIANÇA, PURA E LINDA ALMA INFANTIL, COM OLHAR MEIGO, PORÉM PROFUNDO...CHEIO DE VIDA!!!
Seja Feliz Yayá!!!

Deus te abençoe sempre,lindinha!!!

Silvinha