PALAVRAS DE SEDA

Escrever passou a ser necessidade diária, como a respiração mantém o corpo vivo, o ato de escrever mantém minha alma solta para trafegar pelo mundo dos sonhos.
Ao me deixar levar pelas palavras visualizei novo horizonte e criei asas. Voei.
Em dezoito anos escrevi dezoito livros em vários estilos: conto, crônica, poesia, romance e biografias.
Alguns de meus livros biográficos foram livremente inspirados para o cinema e TV. Ganharam prêmios.
O importante é continuar escrevendo, registrando histórias e estórias para que a memória não se perca no mundo digital.
De tanto escrever biografias (sete) resolvi deixar o registrado meu ensaio biográfico cujo viés é meu Anjo da Guarda. Pode parecer um pouco estranho, porém é bem real. Por isso, acesse também o meu blog Os Anjos não envelhecem, eu disponibilizei meu livro na íntegra, onde constam fotografias e documentos. O livro físico está esgotado.
Viaje através das palavras. Bem-vindo (a).

















































































































sexta-feira, 27 de agosto de 2010

ALFAZEMA: UM TOQUE NA ALMA!

'A poesia delicada de Zenilda Lua' é assunto obrigatório para os literatos nacionais. Fernando Scarpel assina matéria publicada no jornal O Lince, agosto de 2010, a respeito de Zenilda e sua obra 'alfaZema' com olhar diferenciado para os poemas onde a poeta transmite a nobreza dos sentimentos: 'desilusão, solidão e alegria'.
Quem não leu 'alfaZema' não sabe o que está perdendo, corra e leia!... só assim encontrará nuances nordestinas em plena São José dos Campos.
Falar de Zenilda é bom, conversar com Zenilda é maravilhoso! Ela é puro amor, alegria, amizade, luta e fé; quem com ela convive sente-se protegida pelo carisma da poesia. Ouvi-la declamar é tão fascinante que o vento cala-se, o pássaro gorjeia chamando outras aves para escutar, o sol ameniza e, se chove, nem sentimos os pingos de água, pois somos lavados com pingos de palavras. Já chorei ao ouvir Zenilda declamar e, até hoje, não sei se aquele poema sobre a morte de uma velhinha é verídico... ou não! Nem quero saber... me basta ouvi-la, me emocionar!
Como explica Scarpel: Zenilda 'faz o contrário das mulheres em busca de fama e sucesso fácil que expoe seus corpos e a rotina para a mídia, poque Zenilda expõe seu coração, o íntimo em busca dos valores muito mais nobres e eternos: amor, felicidade, paz!'
Quem caminha pelo campo de alfazema sente o cheiro bom da flor, quem caminha pelo campo fecundo do 'alfaZema' sente o pulsar de um coração poeta. Isso é dádiva, é doar-se em palavras.











http://www.jornalolince.com.br/

Rita Elisa Seda
Cronista, poeta, biógrafa, fotógrafa e jornalista.

3 comentários:

Zenilda Lua disse...

Menina!
Tô bexta.
Sem palavras.
Virei fonte.
Uma afoiteza só...
Isso é coisa que se diga???

Tenho tanto que aprender com vocês
que cada vez mais imitam o amor.

beijos enternecido de gratidão sem finitude.

Rita Elisa Seda disse...

Zenilda, querida poeta, você é ótima, nós é que aprendemos muito com você! Poeta de sons, cores e aromas! Beijos, felicidades e a paz!

Rita Elisa Seda disse...
Este comentário foi removido pelo autor.